09 setembro 2018

O DESAFIO DE VIVER O CRISTO (Gálatas 2.20)

- Em Cristo Jesus somos sepultados para o pecado; morremos para a cobiça do mundo e sua influência maligna, sendo ressuscitados para uma nova vida em Cristo.
- O próprio apóstolo Paulo afirma o seguinte: (2 Coríntios 5.17)
- Diante desta verdade, surge uma importante questão: qual tem sido a qualidade desta nova vida? É preciso entender que a salvação necessita ser constantemente desenvolvida.
- Depois de ser justificado pela graça, mediante a fé, é importante que se viva uma vida regenerada. Uma vida transformada.
- Uma vida que espelhe a imagem de Cristo. Enfim, uma vida santificada. Essa qualidade de vida é a que põe a salvação em prática.
- Em mundo manchado por tantas crises de mau testemunho, precisamos de discípulos verdadeiros que vivam uma vida santa, que se esforcem para isso e que cumpram a sua missão como agentes de transformação.
- Neste texto, Paulo destaca a sua experiência particular com pessoa de Cristo e como essa experiência afetou de forma drástica a sua vida.
- Apenas neste verso encontramos grandes verdades para a nossa vida. Sendo assim, o que podemos aprender sobre o desafio de viver o Cristo?
- Viver o Cristo…

1. É estar CRUCIFICADO com Ele. “Fui crucificado com Cristo…”
- Essa primeira afirmação feita pelo apóstolo é a de que ele está crucificado com Cristo.
- Esta descrição é a forma encontrada por Paulo para dizer que o efeito da crucificação reflete a imagem de Cristo em sua vida.
- O que Paulo está dizendo é “Morri com Cristo e para o mundo.” Você também pode afirmar isto?
- O processo de estar crucificado com Cristo inicia-se com a firme decisão de morrer para o mundo e viver para Deus.
- E viver para Deus é viver em santidade. João, em sua primeira carta, escreveu o seguinte: (1 João 2.15)
- Estar crucificado com Cristo é atender às exigências do discipulado (negar a si mesmo, tomar a cada dia a sua cruz e seguir).
- Estar crucificado com Cristo é rejeitar o padrão deste mundo para viver o padrão de Deus. 
- Estar crucificado com Cristo é obedecer aos mandamentos de Cristo, sendo padrão na palavra, no procedimento, no amor, na fé e na pureza.
- Estar crucificado com Cristo é, finalmente, anunciar com a vida as grandezas daquele que nos chamou das trevas para sua maravilhosa luz.
- Viver o Cristo…

2. É AGIR para SER como Ele. “… Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim…”
- Na sequência das suas afirmativas, Paulo garante a presença do Cristo em sua própria vida. 
- Uma vez crucificados com Cristo, regenerados pelo seu ato na cruz, Ele passa a fazer em nós habitação, por meio do Espírito Santo.
- No entanto, o fato de declarar que Cristo vive em mim não retira a necessidade de buscar a cada dia o aperfeiçoamento em Cristo Jesus, andando conforme a vontade Dele, e de acordo com sua palavra.
- Isto tudo aponta para viver uma vida de santidade. A santidade ocorre por intermédio do esforço pessoal. Não há santidade sem luta.
- Não há santidade sem renúncia, sem rendição, sem concerto da vida, sem se separar de tudo o que alimenta os nossos desejos carnais.
- Não há semelhança de Cristo sem o desejo de querer agir para ter uma vida santa e ser como Ele é.
- Ao afirmar “Cristo vive em mim” o homem deve ter a consciência de que Cristo está nele por meio do seu Espírito. A Bíblia afirma: (1 João 3.24)
- É evidente que Cristo está em nós. Mas não é Ele quem age em nossas ações e escolhas. É o seu Espírito que nos orienta, caso estejamos ativos no processo de santificação. A Bíblia diz: (2 Coríntios 7.1)
- Viver para a glória de Deus é, pois, uma escolha cotidiana nossa.

3. É RECONHECER diariamente o SACRIFÍCIO feito por Ele. “… A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.”
- Estamos vivendo à altura do sacrifício de Cristo na cruz?
- Viver à altura desse sacrifício é reconhecer diariamente a expiação de Jesus em nosso favor, à qual Ele não se deu pelos nossos merecimentos, pela nossa capacidade ou por nossa vontade.
- Cristo entregou-se por amor. Foi o amor que fez Deus entregar Jesus, seu único filho. Foi o amor que fez Jesus submeter-se à cruz e se entregar.
- Jesus fez por nós na cruz aquilo que nenhum de nós poderia ter feito por si mesmo.
- É preciso reconhecer isso diariamente. Esta verdade precisa ser viva em nosso coração.
- A possibilidade de viver uma vida regenerada e de cumprir a nossa missão não ocorre por nossos próprios esforços, apenas mediante a graça de Deus.
- Será que somos capazes de lembrar do sacrifício de Cristo Jesus por nós na cruz todos os dias? 
- Será que quando acordamos a nossa primeira atitude é o reconhecimento do sacrifício de Jesus lá na cruz do Calvário?
- A realidade é que passamos dias, meses e anos sem nos lembrarmos e reconhecermos que Jesus Cristo morreu pregado numa cruz por nossos pecados.
- Paulo reconhecia, diariamente, que a sua nova vida era resultado do grande amor de Deus enviando seu único Filho para morrer por ele na cruz.

Conclusão:
- Este é o desafio: viver o Cristo em nossas decisões, no que pensamos, sentimos e em nossos relacionamentos.
- Sempre na perspectiva de que fomos crucificados com Ele, de que seu Espírito habita em nós para que por Ele vivamos, e na esperança de que o sacrifício dele seja constantemente atualizado em nossa caminhada de vida.

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