1. A primeira Igreja tinha características mestras para a Igreja de todos os tempos.
3.Quatro elementos de força são revelados neste capítulo:
IV Era uma Igreja que testemunhava:
1. A primeira Igreja tinha características mestras para a Igreja de todos os tempos.
3.Quatro elementos de força são revelados neste capítulo:
IV Era uma Igreja que testemunhava:
A mentira é um dos pecados mais generalizados de nossa sociedade, a tal ponto que a consciência de muitos cristãos têm se tornado insensível e debilitada com relação ao pecado da mentira. Existem muitas pessoas crentes que crêem "que não se pode viver sem uma mentirinha".
A mentira é covardia para não enfrentar a realidade. O homem se justifica ao mentir; considera que as mentiras são "piedosas" ou "por necessidade" ou ainda para evitar problemas maiores. São justificativas ilusórias e sem fundamentos, pois a falsidade e mentira são imorais e contrárias à conduta que Deus requer do homem.
Que é a Mentira?
Mentira: É uma manifestação contrária à verdade, cuja essência é o engano, e cuja gravidade se mede segundo o egoísmo ou a maldade que encerra. Está proibida pelo decálogo (10 mandamentos) divino (Ex 20:16), e um dos efeitos da conversão ao cristianismo é deixar de mentir (Ef 4:25).
A mentira direta, como a de Ananias e Safira (At 5:4), não é a única forma de mentira. Em algumas ocasiões se trata de meias verdades (que é uma "mentira inteira"), como Abraão disse de sua esposa Sara a Abimeleque: "É minha irmã." (Gn 20:2,12). O propósito é sempre enganar.
Pode ser também uma resposta evasiva, como a que Caim disse a Deus (Gn 4:9); um silêncio como o de Judas quando o Senhor o acusou indiretamente na última ceia (Jo 13:21-30), ou toda uma vida enganosa. "Se dissermos que mantemos comunhão com Ele, e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade" (I Jo 1:6).
A mentira não é um "pecadinho", isto não existe: Os mentirosos irão para o lago de fogo (Ap 21:8).
Hipocrisia: Pretensão ou fingimento de ser o que não é. Hipócrita é uma transcrição do vocábulo grego "hypochrités", que significa ator ou protagonista no teatro grego. Os atores gregos usavam máscaras de acordo com o papel que representavam.
É daí que o termo hipócrita chegou a designar a pessoa que oculta a realidade atrás de uma máscara de aparência.
Deus proíbe e condena a mentira e a falsidade
Cristo é o nosso exemplo de verdade
Cristo, o Senhor, nos ordena a ser absolutamente verazes; "seja a tua palavra sim, sim e não, não" (Mt 5:37). Está preparando para si uma igreja sem mancha e sem ruga ( Ef 5:27), e como discípulos seus e parte do seu corpo, devemos ser absolutamente verazes, francos, sinceros, honestos, honrados; ainda quando tenhamos de sofrer por Sua vontade (1Pe 4:15-19; 3:17; Pv 19:22).
O povo de Deus aborrece a mentira (Sl 119:104, 128,163; Pv 30:8) e rejeita os que a praticam (Sl 40:4; 101:7; 144:11; Ef 5:11), orando para ser guardado da mentira (Sl 119:29; Pv 13:5).
O dano que faz a mentira e o engano.
A mentira anestesia a consciência do mentiroso; torna-o insensível à verdade; a verdade não penetra para uma transformação. A mentira vicia com mais facilidade, já que uma mentira conduz a outra.
A falsidade e a mentira são muito prejudiciais ao relacionamento entre os discípulos de Cristo. Cria a desconfiança, o receio, a incredulidade, a suspeita. Destrói o ambiente de fé, de amor, de compreensão e estimula o ciúme. O senhor nos ordena a rejeitar a mentira em todas as suas formas: falso testemunho, engano, hipocrisia, fingimento, exagero, calúnia, desonestidade, não cumprir os tratos injustificadamente, fraude, falsificação em todas as áreas de nossa vida: lar, trabalho, comércio, igreja, autoridades, colégio, amizades, etc.
A sociedade assentada sobre a mentira e a falsidade está destinada a desmoronar. É preciso edificar uma estrutura moral de veracidade em todas as ordens e escalas da vida: nos governantes e nos governados, nos pais e nos filhos, nos patrões e empregados, nos mestres e nos alunos, nos comerciantes, nos profissionais, nos clientes.
Como se libertar e corrigir-se.
Arrepender-se: mudar de atitude e de mentalidade em relação à mentira e à falsidade. Rejeitar a mentira, eliminá-la da vida. Determinar obedecer a Deus em tudo e viver sempre na verdade. Disciplinar-se até cultivar uma nova atitude baseada na veracidade.
Confessar o pecado: (Pv 28:13-14; 1 Jo 1:9; 2:1) toda a mentira é pecado e deve ser completamente confessada, esclarecendo-se a verdade com Deus e com a pessoa enganada. Quando a mentira constitui um vício arraigado à maneira de viver, deve ser confessada a um irmão maduro, responsável, procurando uma ampla orientação (Tg 5:16).
Exortação (Tg 5:19-20: Gl 6:1-2; Ef4:25) como este pecado afeta as relações entre os
irmãos, somos responsáveis uns diante dos outros para corrigir, admoestar, ensinar, etc.
REFLEXÕES - O homem natural possui um orgulho natural e uma soberba que o fazem almejar sempre o reconhecimento e o elogio das outras pessoas. Seu ego busca sempre o aplauso e fica feliz quando as pessoas falam bem dele. Isso é natural e próprio de nós, seres humanos. Queremos que o mundo refira-se a nós com palavras de concordância e elogio. Alguém dirá: mas nós não somos mais deste mundo. Certo, mas continuamos a ser corpo, alma e espírito. O corpo é de natureza corrupta e mundana.
Vejamos, então o que é este mundo. Logicamente que não é a natureza irracional. O mundo no contexto a que nos referimos, "são todos os homens". E qual é a condição natural deste mundo? Em sua primeira epístola o apóstolo João declara que "Sabemos que somos de Deus, e que o mundo inteiro jaz no Maligno. 5, 19". Ora, quem jaz esta totalmente entregue. Não tem mais vontade própria e é completamente dominado. O mundo, então está entregue ao Diabo e seus anjos maus. Isto acontece desde que nosso primeiros pais pecaram e foram expulsos do Paraíso. A confirmação de tal poderio do Maligno está naquilo que ele disse quando da última tentação a que submeteu Jesus, no deserto: Novamente o Diabo o levou a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles; e disse-lhe: Tudo isto te darei, se, prostrado, me adorares. Mateus 4, 8-9. O mundo foi criado por Deus e como um todo lhe pertence. Mas os reinos e a glória deste mundo estão sob o domínio do maligno.
Um dia nós fomos separados desse mundo mau e alçados à condição de Filhos de Deus, conforme João 1-12: "Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filho de Deus: aos que crêem no seu nome". Porque cremos no nome de Jesus, não pertencemos mais a este mundo. Em tal sentido somos santos: separados para Deus. Isto quer dizer que não estamos de acordo com o que a absoluta maioria, ou como diz Jesus, todos os homens, praticam. Na condição de filhos de Deus precisamos, não só não praticar, como combater sem tréguas as obras do mundo, pregado aos homens a Salvação que consiste em crer em Jesus e declarar seu senhorio sobre nossas vidas.
Somos, assim, profetas verdadeiros da palavra de Deus. Em tal condição será inevitável que mundo entre em conflito conosco. Certamente o Diabo não ficará passivo diante do ataque que promovemos ao seu reino, roubando-lhe almas que jaziam em seu domínio.
O que esperar então de todos os homens? Certamente que não serão palavras elogiosas nem aplausos. O mundo vai repelir-nos e procurar nos destruir.
O Mestre está nos dizendo que não podemos esperar elogios do mundo, se somos verdadeiros profetas. Tais elogios o mundo reserva aos falsos profetas. Se somos de Cristo estaremos sujeitos a receber as flechas inflamadas do maligno. Se pregamos e praticamos o verdadeiro cristianismo seremos, inevitavelmente, combatidos pelo mundo e não podemos esperar qualquer reconhecimento da parte deste. Afinal, estamos batendo de frente com o Inimigo e saqueando o inferno.
Bendito Seja o Nome do Senhor Jesus.
Todos nós já recebemos visitas boas e desagradáveis, não é verdade?
Este homem, porém, recebeu uma visita surpreendente:
Obede-Edom era o nome de um levita, da família que Deus havia escolhido para servi-lO, para oferecer sacrifícios pelo povo, para entrar no santo-dos-santos e estar diante da arca-da-aliança (Dt 10.8).
Este levita era também especialista em certo instrumento musical e numa espécie de música, que lhe valeram o título de geteu (o Salmo 84 é um exemplo desse tipo de música).
Certa vez, Obede-Edom se viu em uma situação embaraçosa, porque, como era um dos porteiros da arca, foi designado para hospedá-la em sua própria casa:
Por ordem do rei, a arca-da-aliança (ou arca-do-testemunho) estava a caminho de Jerusalém quando tropeçaram os animais que puxavam o carro. Prontamente, Uzá estendeu sua mão para segurá-la e foi fulminado pela presença de Deus.
A arca era um objeto sagrado. Era o símbolo da presença de Deus em Israel e da Sua glória. Deveria ser transportada com cuidado pelos próprios levitas, tribo santificada, sempre afofada com peles de animais e coberta por um pano azul. Diante dela estava permanentemente o shekiná de Deus, por onde Ele falava e guiava o Seu povo (Lv 16.2).
Por causa deste grave incidente no percurso, o rei desistiu de levar a arca-da-aliança para perto de si e despachou-a para a casa do geteu Obede-Edom. Foi assim que o levita recebeu a arca em sua casa durante três meses.
O que aconteceu, então?
O Senhor abençoou grandemente a família e a vida de Obede-Edom que, sabendo o rei da prosperidade na casa de seu servo, com alegria mandou buscar a arca de volta.
A arca-da-aliança, hoje em dia, já não existe. Mas, com certeza, Deus ainda fala e guia o Seu povo - que somos nós - através do Espírito Santo (1 Jo 4.13).
Você já se deu conta de estar recebendo em casa a visita do Senhor?
Ou melhor, você realmente tem a sensibilidade para sentir os efeitos deste Ser que, sendo o próprio espírito de Deus, habita dentro do seu corpo?
Veja só, não é brincadeira:
A presença de Deus santifica tudo à sua volta;
A presença de Deus não permite imprudências;
A presença de Deus abençoa toda a casa e
A presença de Deus traz alegria.
Confira esta história em sua Bíblia (2 Sm 6.6-12) e lembre-se: Fazendo parte da aliança com Deus você já O recebeu e poderá ser tão abençoado quanto a casa do geteu Obede-Edom, se buscar viver na plenitude do Espirito Santo.
FATOS
1. Fato - a medida em que cada ave bate suas asa, ela cria uma sustentação para a ave seguinte, voando em formação “V”, o grupo inteiro consegue pelo menos 71% a mais do que se cada ave voasse isoladamente.
2. Fato - sempre que um ganso sai fora da formação, ele repentinamente sente a resistência e o arraso de tentar voar só, e de imediato, retorna à formação para tirar vantagem do poder de sustentação da ave à sua frente.
3. Fato - Quando o ganso líder se cansa ele reveza indo para a traseira do “V”, enquanto um outro assume a ponta.
4. Fato - Os gansos de trás grasnam para encorajar os da frente em manter o ritmo e a velocidade.
5. Fato - Quando um ganso adoece ou se fere e deixa o grupo, dois outros gansos saem da formação e o seguem, para ajudar e proteger, eles o acompanham até a solução do problema e, então, reiniciam a jornada. Os três ou juntam-se a outra formação, até encontrar o seu grupo original.
VERDADES
Verdade 1 - Pessoas que compartilham uma direção comum e um senso de equipe chegam ao seu destino mais depressa e facilmente, porque elas se apoiam na confiança uma das outras.
Verdade 2 - Existe força, poder e segurança em grupo quando se viaja na mesma direção com pessoas que compartilham um objetivo comum.
Verdade 3 - É vantajoso o revezamento quando se necessita fazer um trabalho árduo.
Verdade 4 - Todos necessitam ser reforçados com apoio ativo e encorajamento dos companheiros.
Verdade 5 - A solidariedade nas dificuldades é imprescindível em qualquer situação.
Para o bem do grupo, é fundamental ser um ganso voando em “V”. E, vamos procurar nos lembrar mais freqüentemente de dar um “grasnado” de encorajamento e nos apoiar uns nos outros com amizade e amor.
Que o exemplo do vôo dos gansos possa ser aplicado em nosso dia a dia com nossos irmãos, colegas e amigos.
"Autor Desconhecido"

Eles se chamam "Diablo", "Space Hulk" ou "Daggerfall" e conduzem seu público, em sua maioria composto de jovens, a mundos tenebrosos cheios de bruxas, demônios e magos. Aos que se envolvem com eles é prometida "a realização dos seus pesadelos mais negros". Trata-se dos jogos do tipo "Fantasy", dos quais já existem centenas no mercado! Eles são um incentivo para o envolvimento na dimensão do ocultismo.
Ao folhear um catálogo de "Fantasy", tem-se a impressão de estar viajando ao inferno. Em praticamente cada página encontra-se um demônio ou outra figura de terror. Desde o início da década de 80, uma verdadeira avalanche de livros e filmes começou a inundar principalmente o público mais jovem, e a cada ano uma nova onda de jogos de vídeo ocultistas têm aparecido. A sensação atual são jogos interativos em CD-ROM.
Milhões de pessoas já foram seduzidas pelos cruéis cenários de terror que exaltam a violência, e seu número aumenta cada vez mais.
O que é "Fantasy"? A expressão vem dos EUA e indica o conteúdo de livros, filmes ou jogos, compostos de contos de fadas e lendas, misturados com aspectos de ficção científica e da área do sobrenatural.
Sempre se trata de um mundo além do nosso, no qual sobressaem duendes, bruxas, fadas e anões, para mencionar apenas alguns. Muitas vezes também são vampiros, lobisomens e monstros de todos os tipos que fazem parte desse quadro.
Em geral, nesses jogos se faz o papel de um bom herói que, por exemplo, liberta a princesa cativa. Ao fazer isso, ele deve defender-se de todo tipo de seres hediondos do além.
Entretanto, também existem jogos como "Dungeon Keeper" que atraem o jogador, dizendo: "Dirija e defenda o seu "dungeon" (calabouço) sujo, quando heróis revigorados quiserem roubar o seu tesouro... dê ordens a uma legião de horríveis duendes que farão esse trabalho imundo... por um determinado preço. Uma luz vertiginosa cria uma atmosfera horripilante, no qual flamejantes tochas mal conseguem iluminar as covas." É o que diz um anúncio dos jogos "Dungeon Keeper"...
O "Lands of Lore" diz: "Você é Luther, o filho de Scotia, a falecida e terrível líder do exército das trevas. As forças mágicas que deram inimagináveis poderes à sua mãe, agora pesam sobre seu corpo e sua alma como uma maldição inegável. Somente se você encontrar a antiga magia, a fonte de suas forças incontroláveis, poderá escapar de uma vez por todas do feitiço transformador".
Dois exemplos, dentre muitos, que esclarecem o que são esses brutais jogos de software: ocultismo tenebroso em sua forma pura, que infelizmente fascina cada vez mais os jovens e crianças, introduzindo-os num mundo de magia, bruxaria e satanismo.
Constantemente um grande e crescente número de jovens aprende nesses chamados jogos "Fantasy" como pode, supostamente, proteger-se através de símbolos ocultos, como pentagramas e círculos mágicos, contra feitiços malignos ou como se pode curar feridas e ressuscitar mortos recitando fórmulas mágicas. Demônios e outros seres espirituais são chamados e esconjurados...
Um pesquisador americano elaborou o seguinte parecer sobre os jogos "Fantasy": "Esses jogos são a introdução ao ocultismo mais eficiente, mais bem acondicionada, mais proveitosamente comercializada e minuciosamente idealizada, do que qualquer coisa antes vista".
Não é de admirar que depois de ocupar-se com os jogos interativos, o número de jovens americanos e europeus que necessitam de tratamento psicoterápico seja cada vez maior, porque já não são mais capazes de distinguir entre a realidade a a fantasia.
E já ocorreram casos de crimes cometidos em virtude do envolvimento contante com os jogos "Fantasy". Ulrich Skambraks, em seu livro "Der Griff nach unseren Kindern", descreve o caso de um jovem de 21 anos que se identificava tão fortemente com o conteúdo dos jogos, que finalmente começou a participar de um grupo satanista e assassinou várias pessoas – inclusive crianças – para fazer-lhes "um favor" e "enviá-los a um lugar melhor", porque passou a acreditar na reencarnação. Esta doutrina hinduísta faz parte de vários jogos interativos e são poucos os entusiastas que conseguem desprender-se desse mundo ilusório de cavaleiros, magos e demônios, já que a influência de "Fantasy", depois de algum tempo, fica mais forte e transforma o caráter das pessoas.
Um ex-jogador de "Fantasy" disse: "É uma verdadeira lavagem cerebral. Facilmente muda-se de opinião. E todo o bem desaparece."
Para desligar-se do ocultismo, é necessário fazer uma separação radical de tudo que envolve o mesmo. Um jovem ex-admirador desses jogos enterrou seus livros sobre "Fantasy", sepultando assim seu vício depois de converter-se a Jesus Cristo. Desde então, ele não necessita mais submergir num mundo imaginário, falso e mágico para poder esquecer os seus problemas. Jesus, o Filho de Deus, prometeu libertar totalmente aqueles que o desejam de coração. E ainda hoje Ele o continua fazendo.
Há quase 2000 anos atrás o apóstolo Paulo admoestou: "Julgai todas as coisas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal" (1 Ts 5.21-22).
Com o que os homens devem ocupar-se? Paulo dá uma resposta inequívoca: "Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento" (Fp 4.8).
O que nossos olhos vêem e conduzem até ao "coração", numa época em que tudo está voltado para o exterior, é o que sem dúvida formará nossas mentes de uma ou outra maneira. Por isso, Jesus mesmo nos exorta para que cuidemos do que olhamos, a fim de que não sejam introduzidos falsos conteúdos em nossos pensamentos: "São os teus olhos a lâmpada do teu corpo; se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; mas se forem maus, o teu corpo ficará em trevas" (Lc 11.34).
Aquilo com que nos ocupamos, sem dúvida nenhuma, nos moldará. Recordemos isso constantemente e pratiquemos não somente o cuidado com o meio ambiente, mas também com o nosso interior! (Ethos 1/97)
“Onde abundou o pecado, aí superabundou a graça”. Jesus estava ensinando no Templo quando os escribas e fariseus chegam a ele com uma mulher apanhada em adultério. No seu zelo hipócrita não se apercebiam do fato de estarem levantando um problema de natureza moral no lugar mais sagrado da terra: o Templo. Para os inescrupulosos e legalistas, não precisa haver nem lugar nem hora para exibirem sua religiosidade falsa. O que vemos?
1. Eram caçadores de problemas
2. Estas coisas se fazem a portas fechadas. Então, deviam estar espiando pela fechadura
3. Estavam ávidos por um espetáculo mortífero
4. No fundo, esta atitude revelava busca de auto-justificação de cada um deles
5. O erro dos outros me assegura de que eu não estou sozinho
6. A sociedade vive buscando a punição dos errados: “Lugar de bandido é na cadeia”
7. Para nós, lugar dos errados deve ser na Igreja - onde há recuperação
8. O pecado está no coração - Mc 7.20-23
1. Os homens não se contentam em condenar a seus semelhantes
2. O vers. 6 diz que eles o tentavam.
3. A mensagem de Cristo produz dois tipos de sentimentos: ou amor ou ódio
4. Jo 3.19-21 - aqui está o confronto
5. Os líderes religiosos faziam oposição a Jesus porque se sentiam ameaçados
6. Jesus não satisfaz curiosidade de ninguém sem que haja uma causa justa
7. Inclina-se e escreve com o dedo na terra
8. Há especulações quanto ao que estaria escrevendo. O que parece é que Jesus estava mostrando àqueles homens cruéis que a justiça deles era tão vulnerável quanto uma letra num chão arenoso que qualquer vento poderia apagar.
1. Nos vers. 7, 8 Jesus os põe a pensar. É fácil acusar
2. Jesus conhece muito bem o coraç
3. A começar dos mais velhos (que tinham mais histórias para contar), foram se retirando
4. Aqueles homens usavam a religião como máscara para se protegerem.
Formavam uma máfia religiosa em Israel. Jesus não os poupou. Em Mt 6 e 23, denunciou-os
O PERDÃO
1. Onde não há perdão não existe amor
2. O amor é o carro-chefe do cristianismo
3. Cristianismo sem perdão seria sistema religioso falido
4. Jesus não condescende com o pecado da mulher. É mesmo pecadora
5. Seu tratamento, porém, é diferente: não porque fosse mulher; não porque ela estivesse em desvantagem no meio de tantos homens; não porque Jesus queria se vingar dos seus oponentes; mas porque veio salvar o mais vil pecador
6. Restam somente os dois. Ela está nas mãos dele. O que ele fará?
7. Diante de Jesus os covardes acusadores desaparecem
8. Jesus perunta a ela por eles. “Onde estão os teus acusadores?”
9. Segunda pergunta: “Ninguém te condenou?”
10. Para duas perguntas, duas respostas: “nem eu te condeno”; “vai e não peques mais”
Conclusão:
Paulo exorta aos escravos do pecado - Rm 6.12.
A legislação sagrada sobre o pecado está em Rm 3.21-26. Uma vez perdoado e limpo, o pecador passa a ser uma nova criatura - 2 Co 5.17.
- Aqueles que se arrependem (Atos 2.38)
- Aqueles que abandonam o pecado (Is 55.7)
- Aqueles que confessam seu pecado (Salmo 32.5)
- Somente por Deus (Dn 9.9)
- Por meio do sangue de Cristo (Cl 1.14)
- Livremente (Is 43.25)
- Abundantemente (Is 55.7)
- A misericórdia de Deus (Salmo 86.5)
- A bondade de Deus (Salmo 86.5)
- A tolerância de Deus (Rm 3.25)
- A compaixão de Deus (Mq 7.18,19)
- A graça de Deus (Rm 5.15,16)
- A justiça de Deus (I João 1.9)
- Cobrindo o pecado (Salmo 32.1)
- Pagando as transgressões (Salmo 103.12)
- Não lembrando mais o pecado (Atos 10.17)
- Devem amar a Deus (Lc 7.47)
- Devem temer a Deus (Salmo 130.4)
- Devem louvar a Deus (Salmo 103.2,3)
Caro Sr. Paulo:
Recebemos recentemente seu currículo, exemplares de seus livros e o pedido para ser sustentado pela nossa Junta como missionário na Espanha.
Adotamos a política da franqueza com todos os candidatos. Fizemos uma pesquisa exaustiva no seu caso. Para ser bem claro, estamos surpresos que o senhor tenha conseguido até aqui "passar" como missionário independente.
Soubemos que sofre de uma deficiência visual que, algumas vezes, o incapacita até para escrever. Essa certamente é uma deficiência grande para qualquer pessoa. Nossa Junta requer que o candidato tenha boa visão, ou que possa usar lentes corretoras.
Em Antioquia, o senhor provocou um entrevero com Simão Pedro, um pastor muito estimado na cidade, chegando a repreendê-lo em público. O senhor provocou tantos problemas que foi necessário convocar uma reunião especial da Junta de Apóstolos e Presbíteros em Jerusalém. Não podemos apoiar esse tipo de atitude.
Acha que é adequado para um missionário trabalhar meio-período em uma atividade secular? Soubemos que fabrica tendas para complementar seu sustento. Em sua carta à igreja de Filipos, o senhor admite que aquela é a única igreja que lhe dá algum suporte financeiro. Não entendemos o porquê, já que serviu a tantas igrejas.
É verdade que já esteve preso diversas vezes? Alguns irmãos nos disseram que passou dois anos na cadeia em Cesaréia e que também esteve preso em Roma, e em outros lugares. Não achamos adequado que um missionário da nossa Junta tenha folha corrida na polícia.
O senhor causou tantos problemas para os artesãos em Éfeso que eles o chamavam de "o homem que virou o mundo de cabeça para baixo". Sensacionalismo é totalmente desnecessário em Missões. Deploramos, também, o vergonhoso episódio de fugir de Damasco escondido em um grande cesto.
Estamos admirados em ver sua falta de atitude conciliatória. Os homens elegantes e que sabem contemporizar não são apedrejados ou arrastados para fora dos portões da cidade, tampouco são atacados por multidões enfurecidas. Alguma vez parou para pensar que palavras mais amenas poderiam ganhar mais ouvintes? Remeto-lhe um exemplar do excelente livro "Como Ganhar os Judeus e Influenciar os Gentios", de Dálio Carnego.
Em uma de suas cartas, o senhor referencia a si mesmo como "Paulo, o velho". As normas de nossa Missão não permitem a contratação de missionários além de uma certa idade.
Percebemos que é dado a fantasias e visões. Em Trôade, viu "um homem da Macedônia" e em outra ocasião diz que "foi levado até o Terceiro Céu e que ouviu palavras inefáveis". Afirma ainda que viu o Senhor e que ele o confortou. Achamos que a obra de evangelização mundial requer pessoas mais realistas e de mente mais prática.
Em toda a parte por onde andou, o senhor provocou muitos problemas. Em Jerusalém, entrou em conflito com os líderes do seu próprio povo. Se alguém não consegue se relacionar bem com seu próprio povo, como pode querer servir no exterior? Dizem que tem o poder de manipular serpentes. Na ilha de Malta, ao apanhar lenha, uma víbora se enroscou no seu braço, picou-o, mas nada lhe ocorreu. Isso soa muito estranho para nós.
O senhor admite que enquanto esteve preso em Roma, "todos o esqueceram". Os homens bons nunca são esquecidos pelos seus amigos. Três excelentes irmãos, Diótrefes, Demas e Alexandre, o latoeiro, disseram-nos que acharam impossível trabalhar com o senhor e com seus planos mirabolantes.
Soubemos que teve uma discussão amarga com um colega missionário chamado Barnabé e que acabaram encerrando uma longa parceria. Palavras duras não ajudam em nada a expansão da obra de Deus.
O senhor escreveu muitas cartas às igrejas onde trabalhou como pastor. Em uma delas, acusou um dos membros de viver com a mulher de seu falecido pai, o que fez a igreja ficar muito constrangida e a excluir o pobre rapaz.
O senhor perde muito tempo falando sobre a segunda vinda de Cristo. Suas duas cartas à igreja de Tessalônica são quase totalmente devotadas a esse tema. Em nossas igrejas, raramente falamos sobre esse assunto, que consideramos de menor importância.
Analisando friamente seu ministério, vemos que é errático e de pouca duração em cada lugar. Primeiro, a Síria, depois, Chipre, vastas regiões da Turquia, Macedônia, Grécia, Itália, e agora o senhor fala em ir à Espanha. Achamos que a concentração é mais importante do que a dissipação dos esforços. Não se pode querer abraçar o mundo inteiro sozinho.
Em um sermão recente, o senhor disse "Longe de mim gloriar-me, a não ser na cruz de Cristo". Achamos justo que possamos nos gloriar na história da nossa denominação, no nosso orçamento unificado, no nosso Plano Cooperativo e nos esforços para criarmos a Federação Mundial das Igrejas.
Seus sermões são muito longos. Em certa ocasião, um rapaz que estava sentado em um lugar alto, adormeceu após ouvi-lo por várias horas, caiu e quase quebrou o pescoço. Já está provado que as pessoas perdem a capacidade de concentração após trinta ou quarenta minutos, no máximo. Nossa recomendação aos nossos missionários é: Levante-se, fale por trinta minutos, e feche a boca em seguida.
O Dr. Lucas nos informou que o senhor é um homem de estatura baixa, calvo, de aparência desprezível, de saúde frágil e que está sempre agitado, preocupado com as igrejas e que nem consegue dormir direito à noite. Ele nos disse que o senhor costuma levantar durante a madrugada para orar. Achamos que o ideal para um missionário é ter uma mente saudável em um corpo robusto. Uma boa noite de sono também é indispensável para garantir a disposição no trabalho no dia seguinte.
A Junta prefere enviar somente homens casados aos campos missionários. Não compreendemos nem aceitamos sua decisão de ser um celibatário permanente. Soubemos que Elimas, o Mágico, abriu uma agência matrimonial para pessoas cristãs aí em Roma e que tem nomes de excelentes mulheres solteiras e viúvas no cadastro. Talvez o senhor devesse procurá-lo.
Recentemente, o senhor escreveu a Timóteo dizendo que "lutou o bom combate". Dificilmente pode-se dizer que a luta seja algo recomendável a um missionário. Nenhuma luta é boa. Jesus veio, não para trazer a espada, mas a paz. O senhor diz "lutei contra as bestas feras em Éfeso". Que raios quer dizer com essa expressão?
Pesa-me muito dizer isto, irmão Paulo, mas em meus vinte e cinco anos de experiência, nunca encontrei um homem tão oposto às qualificações desejadas pela nossa Junta de Missões Mundiais. Se o aceitássemos, estaríamos quebrando todas as regras da prática missionária moderna.
Sinceramente,
A. Q. Cabeçadura
Secretário da Junta de Missões Mundiais
Autor: Anônimo
- O primeiro erro foi quando Eva duvidou da palavra de Deus
- O segundo erro foi quando o seu esposo fez o mesmo
- E assim erros e mais erros ainda estão sendo cometidos, porque as pessoas insistem em duvidar da palavra de Deus
- Ela contradiz a lascívia e a desobediência
- Ela contradiz o seu pecado e o meu
- Assim foi com a falha de Adão
- Com a falha de Caim
- E a de Moises
- Bem como a falha de Davi e a de muitos outros que também falharam
- Mas ela é também o relato do amor infalível de Deus
- Para aqueles que gostam de examinar o que é bom mas sem faze-lo
- Para o homem que não acredita porque não quer
- Por grande ignorância à sua verdadeira mensagem e conteúdo
- Por intransigente apatia em recusar e considerar suas declarações
- Por bem conhecidos pseudocientistas posando de críticos honestos
- Por convicção secreta de que este livro está certo e de que os homens estão errados
- A Bíblia está cheia de discrepâncias e afirmações inaceitáveis
-Ela só poderia ser trabalho irrelevante e não inspirado de meros homens
- Para aqueles que tem medo de aceitar o desafio do próprio Deus e um exame honesto
- Para aqueles que não querem examina-la a fundo porque Ela diz verdadeiramente como os homens são